Tag Archive | "registro de marca"

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Logotipo não é “deseinho”!

Posted on 02 junho 2011 by Rudinei Modezejewski

Alguns chamam de marca, logomarca ou logotipo, há até um “caloroso” debate entre os designers sobre a validade do termo logomarca, mas o que importa neste artigo é o conceito mais simples:

Logotipo (ou logomarca) é uma representação GRÁFICA  e VISUAL do nome de uma empresa, produto ou serviço.

O logotipo não precisa, obrigatoriamente, ter algum desenho, imagem ou personagem, pode ser apenas um tipo de letra diferente (chamado de “lettering”), veja alguns exemplos:

 

 

 

Mas é claro que os logotipos podem contar imagens, desenhos, até personagens:

 

Alguns logotipos evoluem, mudam, incluem ou excluem imagens:

 

Então, quando você receber um orçamento nosso e nele constar que sua marca precisa de UM BOM LOGOTIPO, já sabe que não falamos de nenhum “deseinho”, personagem ou algo parecido, ele precisa de uma IDENTIDADE VISUAL que o diferencie, que o torne único e, muitas vezes, que viabilize o registro da marca.

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Você rasga dinheiro? Não? Tem certeza disso?

Posted on 26 abril 2010 by Rudinei Modezejewski

Pensei muito sobre o título deste artigo… pensei em falar sobre desperdício de comida, mas ficaria longo demais… depois pensei em falar sobre desperdício de recursos naturais, para dar um ar “ecologicamente correto”, também ficou longo.

Por último lembrei de uma definição de louco: “louco é quem rasga dinheiro!” pareceu apropriado já que vou falar justamente disso, empresários que, sem saber, rasgam dinheiro. Continue reading “Você rasga dinheiro? Não? Tem certeza disso?” »

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Quando sua marca não está sob seu domínio

Posted on 14 abril 2010 by Rudinei Modezejewski

Muitas empresas brasileiras são vítimas do cybersquatting, por falta de uma dedicação maior à defesa de suas marcas na internet. É bem melhor planejar antes do que precisar de advogados depois.

Os conflitos entre marcas e domínios têm se tornado cada vez mais comuns e mais complexos, na medida que as empresas sentem necessidade de manter uma atuação on-line mais forte.

Na internet o domínio (www.suaempresa.com.br) é fundamental para que uma empresa seja localizada. Há, claro, a ajuda de ferramentas como Google e Yahoo, mas nem sempre é simples estar entre os primeiros resultados.

A necessidade de ser “facilmente encontrado” aumenta a cada dia. Por isso é importante proteger a(s) marca(s) da empresa como domínios. No entanto, é pouco divulgado e quase desconhecido do grande público é que, enquanto para proteção das marcas temos 45 classes diferentes separadas por afinidade, para o registro de domínios no Brasil existem basicamente duas opções: .com.br e .ind.br.

Se considerarmos que o “.ind.br” responde por apenas 0,63% dos registros (4.230 domínios, segundo a Fapesp) e o “.com.br” por 91,24% (615.015 domínios, segundo a Fapesp) podemos então concluir que na prática há somente uma opção (na realidade, ao todo há 57 categorias de domínios disponíveis para registro, porém para empresas comerciais/industriais há somente duas: “.com.br” e “.ind.br”).

Veja um caso prático: a marca Continental está registrada em nome de 16 empresas diferentes para produtos ou serviços completamente distintos (cigarros, produtos químicos, gravadora, eletrodomésticos, pneus etc.) mas somente uma delas tem o domínio www.continental.com.br .

Apesar da legitimidade de todas, a Fapesp indica em seu site que a opção www.continental.ind.br  não pode ser registrada por se tratar de marca notória, conforme processo específico do INPI.

Agora pare e pense: quantas empresas você conhece que estão na mesma situação? Ou seja, empresas com marca similar ou homônima que operam atividades distintas e disputam o mesmo domínio.

Além dessa (grande) dificuldade, ainda há outra ainda maior: o cybersquatting.

O cybersquatting é o registro de um domínio conhecido ou de uma variação de uma marca (ou domínio) por outra empresa. É muito comum quantas vezes você já errou ao digitar um endereço na internet e caiu em outro site, muitas vezes pornográfico, com os dizeres “Domain for Sale”? Ou, ainda, em um site de buscas…

Muitas empresas brasileiras, de todos os tamanhos, são vítimas do cybersquatting, muitas vezes por falta de uma dedicação maior à defesa de suas marcas na internet.

Por exemplo: www.lojasrenner.com.br  também deveria ter registro de www.lojasrener.com.br. Afinal, nem todos vão lembrar que Renner tem dois “n” e alguns podem errar ao digitar. Mas empresa não tomou essa precaução e teve essa variação de sua marca registrada por um oportunista. Neste caso os advogados das Lojas Renner tomaram as providências legais e tiraram do ar o site com nome muito parecido.

Um outro exemplo de cybersquatting ocorre com a famosa marca de tênis Olympikus, que tem o site oficial em www.olympikus.com.br. Mas há um outro site registrado como www.olimpikus.com.br, que redireciona para uma loja de tênis.

Conclusão

O registro de domínios na internet, além de criar um canal de vendas e de comunicação com o mercado, auxilia na proteção das marcas e evita o uso indevido por parte de piratas ou aproveitadores. A violação destes direitos dá ao titular da marca a possibilidade de ajuizar ações de crime de “uso indevido de marca de terceiro, concorrência desleal e desvio de clientela”, solução que, apesar de cara, evita a continuidade do delito e dos prejuízos.

O planejamento da forma de proteção das marcas na internet deve ser fruto do trabalho conjunto entre o departamento de marketing (e agência de publicidade), departamento comercial e departamento jurídico (ou empresa contratada para registro das marcas). Assim, a empresa terá uma visão mais ampla das suas necessidades e poderá traçar a estratégia mais adequada para sua necessidade.

As marcas constantes neste artigo são de propriedade de seus respectivos titulares e foram citadas em caráter meramente ilustrativo, de acordo com o previsto na Lei 9.279, Art. 132 parágrafo IV. As informações citadas nos referidos artigos são públicas e disponíveis nos sites INPI e Registro.br.

Artigo publicado no site:  Webinsider

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Sua marca não vale nada!

Posted on 14 abril 2010 by Rudinei Modezejewski

Se a maioria faz uma coisa é porque esse deve ser o caminho a ser seguido, não é? Então, se a maioria não registra a marca, isso é o que deve ser feito.

Mas não se preocupe, essas empresas que registram marcas não devem durar muito tempo, logo só existirão empresas sem marca. Afinal, Marcopolo, Embraco, Mueller Eletrodomésticos, Fitesa, Multibrás, empresas assim, que ficam perdendo tempo e gastando dinheiro com bobagens como a marca (ou pior, patentes) estão com os dias contados! Desperdiçar dinheiro em época de crise, que loucura! Continue reading “Sua marca não vale nada!” »

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Propriedade Intelectual – o que isso tem haver com os meus negócios?

Posted on 14 abril 2010 by Rudinei Modezejewski

Nos últimos anos tem se falado muito em “gestão do conhecimento”, “capital intelectual”, “intangíveis” etc… mesmo assim, a compreensão do termo “Propriedade Intelectual” (que reúne marcas, patentes, software e direito autoral) e seu efeito nos negócios é quase inexistente.

Apesar desse “descaso” o tema é presente no dia-a-dia dos empresários, vamos usar como exemplo a mídia impressa. Eu tenho uma preferência especial pela revista Isto É – Dinheiro, vamos analisar a edição 307 de 16 de julho de 2003 e verificar quantas vezes o tema “Propriedade Intelectual” aparece (nas suas mais diversas formas). Continue reading “Propriedade Intelectual – o que isso tem haver com os meus negócios?” »

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Golpe das Marcas

Posted on 12 abril 2010 by Rudinei Modezejewski

Imagem de Amostra do You Tube
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Google pode perder (mesmo) a marca Android?

Posted on 27 maio 2009 by Rudinei Modezejewski

Muitos tem apenas reproduzido o que saiu na imprensa, dizendo que o Google pode perder a marca Android por conta de um processo anterior da empresa Android Data, particularmente, eu nunca acreditei que isso poderia acontecer, e agora escrevo este post para justificar minha opinião:

1 – Todo o “business” do Google é baseado em marcas, patentes, softwares, etc… ou seja, o grande ativo da empresa é intangível, considerando isso, será que eles correriam um risco enorme sem avaliar as possibilidades?

2 – Considerando o tamanho da empresa, certamente ela está cercada de centenas de advogados especializados na proteção do principal ativo dela, ou seja, Propriedade Intelectual, assim, certamente eles não querem perder o cliente, então é fácil deduzir que os riscos foram cuidadosamente avaliados e apresentados à direção da empresa, com todas as alternativas para solucionar o problema, certo?

3 – As notícias mais recentes já cogitam uma alternativa, que eu imagino que tenha sido a opção da direção do Google, provar que a empresa Android Data está desativada desde 2004.

Mas o que eu quero dizer com isso?

- É comum pessoas (jornalistas, concorrentes, advogados, etc… ) criticarem um procedimento adotado sem conhecer o contexto em que a decisão foi tomada, nossa empresa toma o cuidado de não afirmar que houve um erro de um concorrente a não ser que ele seja evidente e mesmo assim, o citamos como uma possibilidade, pois já vi casos em que um procedimento errado foi adotato à pedido do cliente, para atender uma necessidade dele em outro órgão (no caso, foi uma patente absurda, solicitada para atender uma licitação).

- Algumas vezes também tomamos nossas decisões de risco, sempre alertando o cliente de eventuais consequências, certamente algum dia elas serão interpretadas como erros e no momento certo, serão esclarecidas, são “ossos do ofício”!

- Não subestimem as grandes corporações, elas erram, claro… mas a chance disso acontecer é muito menor do que em pequenas empresas, afinal, estão cercados de especialistas e consultores por todos os lados.

Fiquem com dois  posts interessantes sobre o caso Android (leia até o fim):

http://news.pcguia.xl.pt/noticia/23735.shtml

http://www.geek.com.br/blogs/832697632/posts/9890-google-acusado-de-violar-marca-registrada-com-o-android

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CADÊ?

Posted on 05 março 2007 by Rudinei Modezejewski

Um dos ícones da internet nos anos 90, o CADÊ? finalmente teve sua marca concedida… seria tão bom se o INPI fosse tão agil quanto a FAPESP (Registro.Br).
AVISO: As informações e curiosidades deste blog são retiradas da RPI – Revista da Propriedade Industrial, publicação oficial e “pública” do INPI. Caso haja alguma informação incorreta ou incompleta, por favor, AVISE-NOS para que possamos fazer a correção.
Para me criticar: http://www.e-marcas.com.br/
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